quinta-feira, 30 de maio de 2013

Darlahood - Big Fine Thing

Cover
Banda: Darlahood
Disco: Big Fine Thing
Ano: 1996
Gênero: Alternative Rock, Hard Rock, Stoner Rock
Faixas:
1. Grow Your Own (Janklow, Magistro) 4:04
2. 99% Bulletproof (Janklow, Magistro) 4:20
3. Sister Dementia (Janklow, Magistro) 3:56
4. Big Fine Thing (Janklow, Magistro) 3:44
5. Runaway Clocks (Janklow) 5:07
6. Watch Your Mouth (Janklow) 5:08
7. De Nature Boy (Janklow, Magistro) 4:27
8. Not Again (Janklow, Magistro) 4:20
9. New York City (Janklow, Magistro) 3:35
10. I've Got Pictures (Janklow, Magistro) 4:44
11. RSVP (Janklow) 7:51
12. Hey Baby (Take Me With You) (Janklow) 4:41
Créditos:
Luke Janklow: Guitar, Vocals, Bass ("Hey Baby")
Joe Magistro: Drums, Background Vocals
David Sellar: Bass
P

Biografia:
Formada em Nova York em 1995, não demorou muito tempo para a Darlahood ouvir um zunzunzum a seu respeito. Quase que instantaneamente, as grandes gravadoras vieram checar como a musicalidade sólida da banda e suas excelentes canções influenciadas pelo classic rock impressionaram tantos observadores no círculo roqueiro de Gotham (nota minha: apelido da cidade de NY). Depois de assinar com a Reprise Records, um selo da Warner Bros., o grupo começou a trabalhar no seu disco de estréia, escrevendo 70 músicas enquanto viviam na solidão auto-imposta no interior. A lista das canções foi reduzida a 12 pelos produtores Clive Langer e Alan Winstanley (David Bowie, Bush, Morrissey), que ajudaram a Darlahood a gravar o seu debute, "Big Fine Thing". O excelente e expressivo trabalho desenvolvido pelo guitarrista, vocalista e compositor Luke Janklow era o centro do power trio, que também contou com a bateria de Joe Magistro e o baixo de David Sellar. "Big Fine Thing" tinha um som retrô, que, combinado com as letras psicodélicas (leia-se: influência das drogas) da Darlahood, gerou um revés para a banda, que não condizia com a realidade.

1

É certo que Janklow & Cia. foram influenciados pelos artistas dos anos 60 e 70 (como Beatles, T. Rex e Bad Company, só para citar alguns), mas a banda exibia elementos musicais de rock pesado suficientemente modernos para mantê-la conectada e identificada com os anos 90. Dito isto, é possível que as apresentações da Darlahood tenham ficado um pouco fora de sintonia com os novos tempos. Se os toques de guitarra e as harmonias vocais soaram levemente imprecisos, as impressões sobre o grupo foram diversas. A banda mostrou um som instrumental tão intenso em "Big Fine Thing", que acabou ofuscando o restante do trabalho. Isso foi uma estranha (e lamentável) abordagem caracteristicamente desatualizada do período pós-grunge, dos dias pós-punk do rock alternativo dos anos 90. Apesar de todo o virtuosismo antiquado, o primeiro single de "Big Fine Thing", "Grow Your Own", recebeu muita atenção dos programadores de rádio de rock moderno, e a faixa acabou entrando nas paradas. O segundo single, "Big Fine Thing", não se saiu tão bem, mas o vídeo - produzido por Nigel Dick (Oasis, The Offspring) - foi exibido em alguns programas da MTV. As coisas estavam correndo bem para a Darlahood, que excursionou incansavelmente em apoio ao disco de estreia, principalmente numa prolongada abertura para a Collective Soul. O grupo chegou a planejar um novo trabalho, mas os anos se passaram e nada foi gravado, e, em última análise, pouco se ouviu falar da Darlahood depois que a turnê de divulgação do disco terminou, em 1997 (Vincent Jeffries, AllMusic; tradução livre do inglês).

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Planet Earth - The Circle

Disco: The Circle
Ano: 1996
Gênero: Blues Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. for the soul (Nall) 4:19
2. hard ride (Nall) 4:02
3. fungus funk (Nall, Ayers) 3:57
4. brood song (Nall) 4:07
5. servin' and protectin' (Nall, Woordwar) 4:04
6. i feel norml (Unknown) 3:41
7. the circle (Nall) 4:32
8. ode to bob (Nall) 4:50
9. another day (Unknown) 3:44
10. monkey (Nall) 3:47
11. heart attack (Unknown) 4:53
12. it's all up to you (Unknown) 2:13
13. riptide (Unknown) 3:34
Créditos:
Carey Nall: guitars, vocals, harmonica
Eddie Ayers: drums, percussion
Jay Winks: bass, vocals
Brian Woodward: bass, guitars, vocals
Músicos convidados:
Steve Fink: electric piano, Fender Rhodes, Hammond organ
Derek Trucks: slide guitar ("the circle")
Postagem

Biografia:
Sou músico autodidata (nota minha: quem escreve é Carey Nall), toco profissionalmente e componho há 15 anos. Fui viver e trabalhar no sudeste (nota minha: dos Estados Unidos), onde toquei com várias bandas e também realizei shows frequentemente em carreira solo. No momento, estou tocando e vivendo no Colorado a 10.000 pés de altitude (nota minha: em torno de 3.000 metros).

Carey & Groovespeak
"The Circle" foi gravado no Estúdio Elixir em Athens, Georgia, em 1995 e 1996, e é reflexo dos meus anos de irritação com o estado das coisas no mundo e, especialmente, neste país (era Reagan/Bush). Mas eu sinto que isso também traduz otimismo, de que podemos fazer um mundo melhor. Derek Trucks tem uma participação especial no CD, tocando slide guitar na faixa-título.
Atualmente eu toco numa banda chamada Groovespeak, sediada em Leadville, Colorado. (...) (CD Universe; tradução livre do inglês).

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Dirty Mercy - Live at the Whitehouse Lawn

Banda: Dirty Mercy
Disco: Live at the Whitehouse Lawn
Ano: 2006
Gênero: Classic Rock, Hard Rock
Faixas:
1. Three Bombs of all the Loving in You (3:36)
2. Hyde Park (5:00)
3. Mental Undressing of an Urban Scene (3:45)
4. Drown Your Radio (5:03)
5. Tiger Balm (2:08)
6. The Sultan (6:06)
7. Merry Go Round (4:56)
8. Volcanoes (8:53)
9. Battle Suite (3:29)
10. Country Fight (1:19)
11. Bluesfight (5:38)
12. Morning Calls (12:22)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.
Créditos:
Brendan Wolfe: Vocals
Frank Misceo: Guitar
Sean Beale: Bass
Gustavo Leon: Drums
http://freetexthost.com/syh0wkk0p1

Biografia:
(...) Uma agitação palpável circula entre as relativamente poucas pessoas que entram em contato com a Dirty Mercy...Um sentimento de que esse quarteto, sediado em North Hollywood, California, destina-se a restaurar a glória do rock-and-roll. Inspirando-se nos grandes nomes do rock clássico, como Led Zeppelin, David Bowie, Pink Floyd e Rolling Stones, a Dirty Mercy subverte o cenário atual da música com o mesmo som quente de seus ídolos, constituído de canções desavergonhadamente longas, improvisos ao vivo e constantes solos de guitarra. 

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Ironicamente, no entanto, o que distingue a Dirty Mercy das outras bandas é que o grupo é verdadeiramente um produto atual. Um mundo encurtado pelo avanço tecnológico reuniu os quatro improváveis parceiros: dois através da internet e dois oriundos de um set de filmagem. As letras inteligentes e sinceras interagem com a voz dinâmica do vocalista Brendan Wolfe, acompanhada do trabalho ágil e esmerado da guitarra singular de Frank Misceo. O baixista Sean Beale apresenta uma linha de baixo pesada, melódica e original, enquanto Gustavo Leon amarra as canções impecavelmente, dando-lhes um sabor latino. 

7

Uma paixão épica e mundana está em jogo. Integralmente formada em março de 2005 e contratada pela gravadora independente Corporate Records, do sul da Califórnia, em outubro de 2005, essa exitosa e sólida banda reúne condições de deixar uma marca duradoura na música internacional (atualização em 13 de setembro de 2006: o baixista Sean Beale deixou a banda, que está buscando o seu substituto para poder cair na estrada novamente e divulgar o disco de estréia do grupo) (CD Universe; tradução livre do inglês).

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